Domingos Rebêlo

Exposição

Núcleo de Santa Bárbara

A exposição é um tributo ao pintor Domingos Rebêlo enquanto figura central do panorama artístico açoriano do século XX. A exposição apresenta peças das diferentes fases da evolução da criação do pintor ao longo de quatro décadas, não só a produção de cunho regionalista mas, também, a caricatura, as artes gráficas, a ilustração e a cenografia.

 


No ano em que se completam os quarenta e cinco anos sobre a morte de Domingos Rebêlo (Ponta Delgada, 1891 - Lisboa, 1975) o Museu Carlos Machado presta tributo a esta figura central do panorama artístico açoriano do século vinte, inaugurando uma sala para a exposição do núcleo de obras de Domingos Rebêlo existente no acervo e nas coleções particulares de Luís Rebêlo e de Pedro Rebêlo em depósito no museu, com o propósito de divulgar a globalidade da criação multifacetada do artista micaelense.

Informações

  • Diretor
  • Duarte Manuel Espírito Santo Melo

  • Curadoria
  • Sílvia Massa

  • Coordenação
  • Sílvia Massa

  • Desenho expositivo
  • Francisco Pimentel

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Pelágica

“A exposição pelágica introduz-nos organismos e ambientes nunca antes observados, e é nesta esfera que o projeto adquire espaço para a especulação sobre o invisível submerso como lugar de potencial cooperação ecossitémica (com o ser humano e a tecnologia) propondo relações matriciais com possíveis evoluções filogenéticas passadas ou futuras”. _  Ana Cristina Cachola

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As Pegadas São Pontes

André Almeida e Sousa é natural de São Miguel mas reside em Lisboa, onde vive e trabalha. João Silvério sobre André Almeida e Sousa refere que “tem desenvolvido o seu trabalho construindo pinturas, desenhos e objetos sob formas, composições e relações muito diversas”. Diz, ainda, que “os desenhos, em painéis modulares de apreciável dimensão e detalhe, ou em folhas de formato médio, transitam entre a transparência de planos e uma densidade sedimentada e profunda” revelada através de uma expressão introspetiva e codificada existente numa questão permanente que o artista coloca a si mesmo”.

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Canto da Maya

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