Visitas Virtuais

O Museu Carlos Machado tem disponíveis visitas virtuais a exposições e aos núcleos que permitem tornar a visitação aos espaços, para aqueles que por algum impedimento não possam deslocar-se ao Museu.

Esta possibilidade reforça a nossa comunicação num período de restrições implícitas num estado de pandemia, mas também, surge como estratégia educacional e comunicativa numa nova era digital, surgindo como um novo meio de divulgação e comunicação e proporcionando ao museu uma interação maior com os seus utilizadores.

Estas visitas virtuais funcionam como incentivo a conhecer o património encerrado nos nossos núcleos, pretendendo, de certa forma, atrair mais público para uma visita física posteriormente.

Canto da Maya 1890-1981

A presente exposição evocativa de Canto da Maya (Ponta Delgada, 1890 - 1981) é um tributo ao mais internacional escultor português da primeira metade do século vinte, do qual o museu possui um núcleo relevante de obras que percorrem as diversas fases do seu percurso artístico.

A disposição, no circuito expositivo, das obras obedece à sua partição em vários núcleos temáticos que são apresentados sob as rúbricas Éthos, Mito/Alegoria, Vida, Pathos e Identidades.

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Natureza em Diálogo

Natureza em Diálogo dá a conhecer as polivalências do acervo do museu através do tema natureza, leitmotiv que se assume transversal às coleções do museu. Esta exposição está organizada em três núcleos temáticos: "Apologia", "Aparato e Boas-vindas" e "Transfiguração", em que assenta o diálogo com a natureza. A exposição oferece a oportunidade de contemplar a natureza visando ainda, por outro lado, instigar a biofilia e a indagação do nosso posicionamento face à natureza.

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Caminhos do Chá

A exposição Caminhos do Chá resultou do trabalho efetuado pela Equipa do Património Cultural Imaterial do Museu Carlos Machado, sobre a cultura do chá na ilha de São Miguel. Introduzida pela ação da Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense, no século XIX, e que contou com os ensinamentos práticos de dois chineses vindos de Macau e outros dois vindos de Hong Kong, e com a ousadia, coragem e trabalho de muitos: mulheres, homens e crianças que, fizeram desta cultura um produto hoje identitário de São Miguel e dos Açores.

No início do século XX eram muitas as plantações de Camellia sinensis e diversas as unidades transformadoras da planta em chá. Umas eram apenas pequenas oficinas, outras de maior dimensão e já equipadas com maquinaria, como era o caso da fábrica de Chá Canto, Chá Corte Real, Chá Bensaúde, Chá da Barrosa, Chá Gorreana, Chá Porto Formoso, entre outras.

Hoje existem duas unidades produtivas de chá na ilha de São Miguel, a Fábrica de Chá Porto Formoso e as Plantações de Chá Gorreana, esta a funcionar desde 1883, e por essa razão o foco deste projeto.

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Para que o céu não nos caia em cima da cabeça

Para que o céu não nos caia em cima da cabeça é uma exposição que explora os conteúdos identitários, culturais e patrimoniais, presentes nas coleções do Museu Carlos Machado (MCM) e que se relacionam com o espaço, o tempo, o habitar, a arquitetura, os saberes, os rituais e as superstições.

Documentar a produção de telha regional, numa das últimas fábricas de cerâmica da ilha de São Miguel, possibilitou confrontar o atual cenário de fabrico de telha, com o panorama arquitetónico micaelense, relacionando ao nível expositivo património e identidade.

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Exposição "Vida, Modos de Usar"

As doações feitas ao Museu Carlos Machado nos últimos 10 anos foram o mote para o tema da mostra, que tem também, como objetivo homenagear os doadores, elogiando o ato de dar numa sociedade baseada na troca comercial, no lucro e no consumo.

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